17 de mai de 2018

em florianópolis
quinta maldita:
confinamentos


confins
confinados
confinamentos
no Quinta Madita ao vivo dessa semana:
Dulceia Veiga
Hugo Deigman
Juliana Pereira
Manoela Sawitzki
Marcoliva
e Sergio L. Barboza
na cozinha: Marcio Fontoura
idealização: Demétrio Panarotto
e na organização e seleção do participantes: Lu Tiscoski
arte: a partir de uma Colagem de Lu Tiscoski

Serviço
Quinta Maldita, 17/05/2018
Quinta-Feira, às 23h
Cerveja Sambaqui - Santa Mônica
(Av. Me. Benvenuta, 1265)
com transmissão ao vivo
pela Desterro Cultural




no rio de janeiro
sobrimagens,
de jorge fernandes da silveira








nosotros — vinte contos latino-americanos,
org. katia gerlach


dia 19 de maio às 17h | Biblioteca Parque Estadual: Av. Presidente Vargas 1.261

Vinte escritores brasileiros publicados pela Editora Oito e Meio foram convidados para escrever, cada um, sobre um país latino-americano e o resultado é o livro Nosotros — 20 Contos Latino-americanos, com histórias de estranhamento e muito humor.

Neste sábado, dia 19 de maio, a editora Flávia Iriarte, a autora e organizadora da obra, Katia Gerlach, e os autores Alexandre Brandão, Cesar Cardoso, Leandro Jardim e Leonardo Marona estarão no Palco das Palavras, na Biblioteca Parque Estadual, conversando sobre sua criação. A mediação é da escritora Lucia Bettencourt, autora da apresentação do livro.




em recife
caminhos para a imagem,
com joão urban


A Escola Livre de Imagem promove mais um encontro aberto ao público. O primeiro Caminhos para a Imagem do ano vai ser um bate-papo com o fotógrafo João Urban, um dos mestres da fotografia brasileira.

João Urban nasceu em Curitiba, em 1943. Começou a fotografar profissionalmente na década de 1960, dividindo-se entre a fotografia publicitária e a fotografia documental de caráter autoral centrada sobre as atividades agrícolas do Paraná. Realizou numerosas exposições, tendo sido um dos primeiros fotógrafos contemporâneos a obter reconhecimento no exterior, em importantes eventos como os dois primeiros Colóquios Latino-Americanos de Fotografia. É autor dos livros Bóias-frias (Edições Dia, Suíça, 1984, e, depois, no Brasil, com a Fundação Cultural de Curitiba, em 1988); Tropeiros (Editoração Publicações e Comunicações, 1992); Aparecidas (Tempo d'Imagem, 2002) em colaboração com Suzana Barreto Ribeiro; Tu i Tam: Memórias da imigração polonesa (Edições Mirabilia, 2004); João Urban (Coleção Senac, 2005); Rios por onde passo (Mater Natura – Instituto de Estudos Ambientais, 2007); Mar e Mata: a serra, a floresta e a baía. Seus homens e suas mulheres (Edições Água Forte, 2009); Passeio Público, paisagens e personagens (2016).

SERVIÇO
LOCAL: Museu Murillo La Greca: Rua Leonardo Bezerra Cavalcante, 366
DATA: 19/05 | sábado
HORÁRIO: 16h




em belo horizonte
revista olympio
[editores maria esther maciel,
josé eduardo gonçalves,
maurício meirelles e julio abreu]


Não há o que não haja. Sob a inspiração deste mote provocador, quatro mineiros se uniram, nos últimos meses, para imaginar, planejar e editar a revista literária Olympio, retomando a tradição do estado na produção de revistas do gênero. Com 96 páginas de farto conteúdo inédito, design de encher os olhos e disposição para valorizar a palavra como "protagonista" de seu tempo, como diz o primeiro editorial, a publicação será lançada no próximo sábado, dia 19, das 11h às 15h, na Livraria da Rua, em Belo Horizonte.

Olympio é uma revista literária independente, tendo à frente a escritora e ensaísta Maria Esther Maciel — idealizadora da iniciativa —, o jornalista José Eduardo Gonçalves, o arquiteto Maurício Meirelles e o designer Júlio Abreu, todos com inserções literárias e longa trajetória na cena cultural da cidade.

A revista enfatiza a produção ficcional, poética e ensaística contemporânea, incluindo ainda perfis e entrevistas, tradução de textos literários, relatos de viagem, ensaios visuais e fotográficos. "Temos como eixo editorial a ideia da transversalidade, reconhecendo as conexões da literatura com outros campos artísticos", diz Maria Esther.

:: A primeira edição

Atenta à polifonia de vozes que ecoam no país e no mundo, a revista traz um cardápio alentado em seu primeiro número: textos inéditos de J. M. Coetzee e Georges Perec; entrevista com Silviano Santiago e os trechos iniciais das memórias que este autor vem escrevendo para publicar em 2019, pela Companhia das Letras; perfil da fotógrafa Maureen Bisilliat e ensaios de Eliane Robert Moraes, Maria Angélica Melendi e Iris Montero; poemas e ficções de autores diversos; ensaio fotográfico de Eustáquio Neves e ensaios visuais de Leonora Weissmann e Julia Panadés. E mais: Olympio revisita o percurso do contista Francisco de Morais Mendes e garimpa o acervo do escritor e ensaísta Eduardo Frieiro (1889-1982), sob a guarda da Academia Mineira de Letras. Colaboram com a revista nomes como José Castello, Joselia Aguiar, Paulo Henriques Britto, Noemi Jaffe e Joca Reiners Terron.

A multiplicidade de olhares, que é uma característica desejada pelos editores da revista, não será assegurada apenas pela participação de autores de várias partes do Brasil e do mundo, como se vê na primeira edição. A busca de nomes e temas, a troca de ideias e o compartilhamento de informações contam com a contribuição de um Conselho Editorial que tem representantes de várias regiões e sotaques brasileiros, bem como de intelectuais e escritores de Angola, Argentina, Estados Unidos, México e Portugal.

Olympio será vendida nas principais livrarias do país e também em Portugal, tendo já lançamento previsto em Lisboa no dia 07 de junho, na centenária Livraria Ferin, no Chiado.




em são paulo
das pequenas corrupções cotidianas
que nos levam à bárbarie e outros contos,
de rodrigo novaes de almeida


A Editora Patuá e o Patuscada — Livraria, Bar & Café convidam todos para o lançamento do livro Das pequenas corrupções cotidianas que nos levam à barbárie e outros contos, de Rodrigo Novaes de Almeida. O evento, gratuito, será realizado no dia 19 de maio (sábado), a partir das 19h, no Patuscada — Livraria, Bar e Café: Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena. O exemplar estará à venda por R$ 38,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito).




vozes versos,
com andré luiz pinto, guilherme gontijo
flores e mônica de aquino
curadoria heitor ferraz de mello e tarso de melo


Poetas contemporâneos lendo os próprios poemas. Inéditos ou de livros recém-lançados. Poetas de São Paulo ou passando por aqui. Encontros simples, sem formalidade, em que poetas mostram, com suas vozes singulares, a poesia que estão escrevendo aqui e agora. Não é debate, não é sarau, não é palestra, não é outra coisa. É apenas um encontro: algumas vozes, alguns versos, e os ouvidos atentos de quem se interessa pelo que os poetas têm a dizer. É só chegar. E ouvir.

Em parceria com a Editora Quelônio, a cada encontro é lançada uma plaquete artesanal, em tipografia, com poemas dos convidados. O valor da plaquete, no encontro, é R$ 10,00.


POETAS DE MAIO 2018 – dia 19/5, às 11h

André Luiz Pinto
Poeta e professor de Filosofia. Autor de Primeiro de abril (2004), Terno novo (2012), Nós, os dinossauros (2015) e Mas valia (2016), entre outros.

Guilherme Gontijo Flores
Poeta, tradutor e professor da UFPR. Autor de Brasa enganosa (2013), L'azur blasé (2016), Naharia (2017) e carvão : : capim (2017), entre outros.

Mônica de Aquino
Poeta e pesquisadora de Literatura. Autora de Sístole (2005) e Fundo falso (2018).


CURADORIA

Heitor Ferraz Mello
Poeta, jornalista e professor. Autor de Coisas imediatas (1996-2004) (2004), Um a menos (2009) e Meu semelhante (2016).

Tarso de Melo
Poeta, advogado e professor. Autor de Poemas 1999-2014 (2015), Íntimo desabrigo (2017) e Dois mil e quatrocentos quilômetros, aqui (com Carlos Augusto Lima, 2018).




manual prático de perna mecânica
para cantores, de felipe pauluk








chá com letras,
com ana laura estaregui, francesca angiolillo,
mônica de aquino e cielo griselda festino
[mediação francesca cricelli]



15 de mai de 2018

em belo horizonte
guimarães rosa: outra mirada,
de cláudio pérsio







ateliê de leitura sonora,
com ricardo aleixo


O Programa de Formação de Escritores está com as inscrições abertas para o Ateliê de Leitura Sonora, uma experiência com "a leitura em voz alta". O ateliê, desenvolvido pelo poeta, artista visual, sound designer, cantor, compositor, performador, ensaísta e editor Ricardo Aleixo inclui 10 encontros, com 2h30 de duração, às segundas feiras, na sede da AML. As inscrições vão até o dia 5 de junho e as aulas terão início no dia 11 de junho.

Para mais informações e inscrição, clique aqui.




em salvador
quintas gregorianas,
com alex simões e andré oliveira







em são paulo
acontece na
casa guilherme de almeida







jazz poetry primeira edição,
org. mário bortolotto


Escritores interpretam seus textos ao som de jazz. O grupo de escritores é formado por Aline Bei, Bruno Bandido, Carcarah, Carol Teixeira, Lucas Mayor, Marcelo Montenegro e Mário Bortolotto [organizador]. Cada edição trará um escritor convidado. Esta edição contará com o dramaturgo e poeta Luis Eduardo de Souza. No Teatro Cemitério de Automóveis (Rua Frei Caneca, 384) na terça-feira dia 15, às 21h. Ingresso: R$ 10.

14 de mai de 2018

em belo horizonte
poesia e experiência
[a delicadeza e a fúria],
com lu menezes, fabiano calixto,
mônica de aquino e guilherme zarvos







no rio de janeiro
granulações,
de anna monteiro







viva, hilda!







oficina escrita criativa e
construção de personagens I e II,
por jorge pereira


O editor-chefe da Revista Philos (publicação de Literatura da União Latina), Jorge Pereira, produtor cultural pernambucano, estará no Rio de Janeiro de 21 a 25 de maio para a oficina Escrita Criativa e Construção de Personagens I e II, no Instituto Estação das Letras [www.estacaodasletras.com.br].

As aulas serão pautadas na discussão de grandes obras da literatura, autores e artistas, com foco nos aspectos da escrita criativa e da construção de personagens.

A Oficina está dividida em duas partes independentes.

O módulo I (A matéria apropriada à ficção não existe e Letras sobre a tela) acontece dias 21 e 22 e o segundo módulo (Movimentos de Fuga e Peregrinação e A idade da escrita), dias 24 e 25, sempre das 13h às 18h. No dia 23, não há aula.

Inscrições e informações: estacaodasletras@estacaodasletras.com.br | 21 3237-3947
O IEL fica na Rua Marquês de Abrantes, 177 - Flamengo.

Investimento
Módulo I: R$ 150,00
Módulo II: R$ 150,00
Módulos I + II: R$ 250,00


Módulo I
A matéria apropriada à ficção não existe
Através da obra de Clarice Lispector, A paixão segundo G. H., será demonstrado que textos literários podem ter temáticas banais, partindo de assuntos inusitados, como a morte da barata no apartamento da personagem G. H., que gerou uma reflexão sobre suas angústias emocionais. A exposição do tema terá como suporte teórico alguns ensaios da escritora inglesa, Virginia Woolf. Ao final, os inscritos farão uma produção textual depois da retirada de objetos distintos de uma caixa preta, escrevendo literatura realista ou fantástica. Todo o processo de produção e criação da narrativa será acompanhado pelo facilitador.

Letras sobre a tela — literatura e pintura na efervescência da modernidade
Se as obras ficcionais da escritora inglesa Virginia Woolf fossem telas, certamente elas teriam sido pintadas pelo artista Claude Monet, um pintor francês, cuja obra mais famosa foi Impressão, sol nascente, que deu nome ao movimento impressionista. Dando destaque à obra Passeio ao farol, de Virginia, mostraremos como em ambos os artistas tudo é esboço, sensação, instante, pontilhados da rotina — uma necessidade do início do século XX em captar o presente para eternizar o seu frescor. Ao final, os inscritos farão um exercício de construção de personagens a partir de fenômenos emocionais, permeando a mesma temática.

Módulo II
Movimentos de fuga e peregrinação
Vencedores do Prêmio Nobel de Literatura, Alice Munro e Gabriel García Marquez não partilham grandes similaridades em suas escritas. Porém, em suas obras o leitor depara-se com movimentos que geram reações inesperadas, como nas histórias de ninar, em que tudo se passa calmamente até que surge o elemento do desequilíbrio. Em Fugitiva, Alice deixa cada personagem fora de órbita, atraídos e repelidos por forças cujas origens eles, e mesmo o narrador, desconhecem. Em Doce cuentos peregrinos, Gabriel García Marquez espera dezoito anos para dar fuga aos seus personagens em doze contos abrasivos e insaciáveis em uma rara experiência criativa. Pautados na fuga e na criação de narrativas que fogem das obviedades e surpreendem, essa masterclass quer proporcionar o alívio duradouro de voltar para casa onde as palavras, nuas, nos dão fugas.

A idade da escrita
Dentro das tendências neovanguardistas do modernismo tardio português, a escritora Ana Hatherly faz nascer a escrita pela poesia visual, em que a visualidade dos signos torna, com frequência, o seu conteúdo semântico integrando-se com a obra visual que se mostra em galerias de artes e museus. A poética e as experiências pictóricas da cidade do Rio de Janeiro serão o centro desse masterclass de criação livre acerca das fábulas e antifábulas cotidianas. Ao final os inscritos farão uma produção textual de caráter experimental.




em são paulo
sessão cinema willeriano


Janela Cineclubista - Programa de Ação Cineclubista - Spcine

Sessão com três documentários que tangem, de maneiras distintas, o universo criativo e poético de Claudio Willer, fundamental poeta, ensaísta e tradutor paulistano, figura ativa na vida cultural da cidade de São Paulo desde os anos 1960 até os dias de hoje. Autor de clássicos da poesia brasileira de verve transgressora e surrealista, como Anotações para um apocalipse (1964) e Jardins da provocação (1981), Willer é ainda tradutor de autores como Jack Kerouac, Allen Ginsberg, Lautréamont e Antonin Artaud. Na sessão serão exibidos o curta-metragem Antes que eu me esqueça (1977), de Jairo Ferreira — o guru do Cinema de Invenção — registro poético/documental do sarau de lançamento do livro homônimo de Roberto Bicelli, do qual Claudio Willer, Roberto Piva e outros poetas participaram; o média-metragem Inventário da rapina (1986), de Aloysio Raulino, que utiliza poemas do livro Jardins da provocação para registrar impressões do Brasil na época, de maneira não menos poética; e o curta documentário/experimental A propósito de Willer (2016), de Priscyla Bettim e Renato Coelho, uma ode ao universo poético willeriano. Ao final da sessão, com duração total de 62 minutos, Claudio Willer participará de um bate-papo com o público presente, expondo seu vasto conhecimento sobre a relação entre poesia e cinema. Willer sempre manteve interesse e estreita relação com o cinema, sendo próximo de realizadores paulistanos fundamentais como Carlão Reichenbach, Inácio Araújo e Jairo Ferreira — para quem prefaciou o clássico livro Cinema de Invenção.

Antes que eu me esqueça
Dirigido por Jairo Ferreira, 15 minutos, 1977
Com Claudio Willer, Roberto Piva, Roberto Bicelli, Jorge Mautner, Nelson Jacobina
Sinopse: Curta de Jairo Ferreira em super 8, filmado no lançamento do livro homônimo de Roberto Bicelli em dezembro de 1977, Teatro Célia Helena, São Paulo. Leituras de poemas de Roberto Bicelli, Roberto Piva, Claudio Willer, Luiz Fernando Ramos, Eduardo Gianetti. Música de Jorge Mautner e Nelson Jacobina. Academia de sumô. Fliperamas.

Inventário de rapina
Dirigido por Aloysio Raulino, 29 minutos, 1986
Com Tamy Marrachine, José Gomes, Tavinho, Mineiro, Piriri
Sinopse: Utilizando texto, relato e música do poeta Cláudio Willer, o filme registra impressões do momento que vivemos hoje no Brasil, podendo ser definido como um drama intimista patriótico.

A propósito de Willer
Dirigido por Priscyla Bettim e Renato Coelho, 18 minutos, 2016
Com Claudio Willer, Priscyla Bettim
Sinopse: Documentário experimental inspirado no universo criativo do poeta Claudio Willer. Nascido na cidade de São Paulo, em 1940, também tradutor e ensaísta, Willer é um dos principais expoentes da poesia brasileira de verve surrealista e transgressora.

Terça-feira, 15 de maio às 20h
Centro Cultural Olido: Avenida São João, 473 - Centro




em brasília
arquitentando arte


SHIN CA 05 - Bloco J2 - Sala 102

9 de mai de 2018

em belo horizonte
letra em cena: como ler
affonso ávila







borboleta — a menina que lia poesia,
de chris herrmann







cartografia imaginária:
a cidade e suas escritas
curadoria marconi drummond
e maurício meirelles







em poços de caldas
o abraço dos cegos,
de chico lopes







no rio de janeiro
azul tupinambá,
de joão pedro fagerlande


A Editora Patuá e o Espaço Oito e Meio convidam todos para o lançamento do livro Azul tupinambá (poemas), de João Pedro Fagerlande. O evento, gratuito, será realizado no dia 12 de maio de 2018 (sábado), a partir das 18h, no Espaço Oito e meio: Travessa dos Tamoios, 32 C - Flamengo. O exemplar estará à venda por R$ 38,00.




a mais bela história de adeodata,
com rosane almeida


7 de mai de 2018

no rio de janeiro
jaula & trasanteontem,
de astrid cabral







convergências:
a poesia visual de
tchello d'barros







em são paulo
pesado demais para a ventania,
de ricardo aleixo
+ piano de benjamim taubkin







em joão pessoa
3º sarau selváticas de autoria feminina
org. aline cardoso, anna apolinário
e débora gil pantaleão


Dia 10 de maio, às 19h, no Miragem [Tamarindeira Processos Criativos]

O Sarau Selváticas, que no dia 31/03 realizou uma edição pocket #MariellePresente no Grito Rock - JP, chega à sua 3ª edição. A proposta do sarau é proporcionar espaço para que autoras possam recitar seus textos, divulgar sua arte e compartilhar a leitura de outras escritoras no microfone aberto. O evento, gratuito e aberto a todos os públicos, acontecerá no Miragem [Rua Nevinha Cavalcanti, 92, Miramar], na próxima quinta-feira (10), a partir das 19h.

Organizadoras
Aline Cardoso
Anna Apolinário
Débora Gil Pantaleão

Participantes
Isabor Quintiere
Geórgia Cardoso
Kerolayne Lucena
Luiza Paiva
Lucy Donegan
Amanda K.

Musicista
Jessica Cardoso

Arte
Ícaro Medeiros de França

2 de mai de 2018

em são paulo
poesia chinesa,
de andré caramuru aubert







em poços de caldas
transculturalidade e literatura,
por erre amaral
mediação sílvia schmidt



3 de maio, às 16hMuseu Histórico e Geográfico
Mais informações, clique aqui.




em curitiba
1968 — uma cicatriz em todos nós,
com nilson monteiro


Café Babette: Al. Prudente de Morais, 1101




em vila velha
oficina de análise literária,
por casé lontra marques







em belém
II colóquio amazônias, cidades e jardins:
arquitetura da paisagem e cultura paisagística


Mais informações, clique aqui.