20 de out de 2017

em são paulo
de repente a chuva,
de natália agra








pancho villa não sabia esconder cavalos,
de adriana brunstein







em belo horizonte
arte viva no galba veloso
curadoria de djami sezostre


de 23 a 28 de outubro | Hospital Galba Veloso: Rua Conde Pereira Carneiro, 364 - Gameleira
Programação e informações, clique aqui.

19 de out de 2017

em são paulo
o miolo do mundo é macio,
de luciane lopes







em teresina, salvador e são paulo
balada literária







em belo horizonte
caligrafia das nuvens,
de carla andrade



26 de outubro | 19 h | Restaurante do ano: Rua Levindo Lopes, 158.




em ribeirão preto
amortalha,
de matheus arcaro


A Editora Patuá e o Sesc Ribeirão convidam todos para o lançamento do livro Amortalha, contos de Matheus Arcaro. O livro traz 21 contos sobre amor e morte, ilustrados por Ubirajara Júnior. O evento, gratuito, será realizado no dia 26 de outubro (quinta-feira), a partir das 19h30, no SESC Ribeirão: Rua Tibiriçá, 50 - Centro. A entrada para o evento é gratuita e o exemplar estará à venda por R$ 38,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito).




a tartaruga maricota,
de ivana de vilhena dias e silva







no rio de janeiro
a moça artista do topo do morro,
de helena lima


Ficção e realidade

Lançamento na Primavera Literária, A moça artista do topo do morro fala de arte
 e delicadeza no desafio de lidar com o mundo

Amanda vive num morro do Rio de Janeiro. Vive situações que lhe despertam muitas inquietudes e a enchem de perguntas, deixando os adultos com os quais convive desconcertados. Quer saber, por exemplo, por que as pessoas morrem, se morrem para sempre...  Amanda se preocupa com Dente de Ouro, o chefe da comunidade onde vive, mostrando ao leitor que toda moeda tem dois lados. A história de Amanda é contada pela escritora Helena Lima em A moça artista do topo do morro (Lago de Histórias), que será lançada no período de 26 a 29 de outubro, durante a 17ª edição da Primavera Literária, na Casa França Brasil, no Centro.

A chegada do título ao mercado coincide com um momento de confrontos, mortes, balas perdidas e encontradas em vítimas de todas as classes, credos, idades e gêneros e nasceu, em 2016, depois de circular nas redes sociais a imagem de um homem caindo do alto de um morro no Rio de Janeiro, após ser atingido por um tiro: o triste desfecho de mais um personagem envolvido no tráfico de drogas.

"A cena dura e impactante me dominou o pensamento. O jeito que encontrei para lidar com a angústia daquele e de outros episódios que presenciamos o tempo todo foi inventando essa história. Assim nasceu a Amanda, que atravessa seus dramas pintando, e eu atravesso os meus, escrevendo", explica Helena.

Amanda se inspirou em Dona Dulce e acabou conhecida por gente do mundo todo como a moça artista do topo do morro do Rio de Janeiro. O livro também coloca no centro da discussão as crianças, que ficam esquecidas diante de tanta violência a qual temem e não conseguem compreender. "Isso quando não são as vítimas", enfatiza a autora.

Ilustrado por Luciana Grether, mestre em Artes & Design, com desenhos premiados internacionalmente, o livro tem o escritor Luís Pimentel assinando o texto de quarta capa. Nele, Pimentel destaca o poder delicado e consolador da arte.

Sobre a autora
Helena Lima é professora com mais de 20 anos de experiência no Ensino Fundamental, escritora, editora e fundadora da Editora e Espaço Cultural Lago de Histórias.

Sobre a Lago de Histórias
A editora tem um espaço homônimo recém-inaugurado no Rio de Janeiro, em um cenário lúdico, colorido e com um terraço propício à criatividade, grudado numa das belas pedras da Urca. No Espaço Cultural Lago de Histórias, crianças e adultos participam de oficinas de artes, escrita e leitura, contação de história, declamações de poemas, além de programações culturais e outras, criadas especialmente para as escolas.

Serviço
Lançamento
De quinta (26/10) a domingo (29/10), das 10h às 20h

Casa França Brasil - Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro

17 de out de 2017

em são paulo
recital para
carlos felipe moisés







vanguarda e tradução:
josé juan tablada e joan brossa,
por ronald polito







em belo horizonte
marcas da vocalidade nos contos
de joão antônio,
por ricardo aleixo







em curitiba
vox ludens — 5ª edição:
cidade industrial, de ricardo pozzo



Sobre Cidade Industrial

"Suponha que os poemas aqui enfeixados estivessem nas paredes de uma exposição fotográfica. Você entraria na sala e, diante do formato inesperado das 'fotos', começaria a se preparar, talvez com enfado, para alguma nova sacadinha. Depois de ler alguns desses textos, porém, perceberia que as imagens estavam se revelando em sua mente, construídas com cenas deste repertório de abandono, violência e descaso que escondemos de nós mesmos em algum desvão da memória". (...) Marcos Pamplona

Microfone aberto: venha com sua poesia.
Poetas, tragam suas publicações para vender na mesa do Vox: dia 18 de outubro, a partir das 20h, no Kapele Bar: Rua Saldanha Marinho, 670 – Centro




no rio de janeiro
10º seminário de dança
angel vianna:
o corpo filósofo



15 de out de 2017

em são paulo
e,
de edimilson pereira


A Editora Patuá e o Patuscada — Livraria, bar & café convidam todos para o lançamento do livro E, poemas de Edimilson De Almeida Pereira. O evento, gratuito, será realizado no dia 19 de outubro (quinta-feira) a partir das 19h no Patuscada: Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena. O exemplar estará à venda por R$ 45,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito). Amigos e leitores de qualquer cidade do país que realizarem a compra antes do lançamento receberão o exemplar autografado após o evento. Clique aqui para comprar o livro.




naporano's book tour:
três livros de fernando naporano







em joão pessoa
cidadã paraibana:
maria valéria rezende







em santos
santos film fest



11 de out de 2017

em são paulo
ensaios para a queda,
de fernanda fatureto


A Editora Penalux convida todos para o lançamento do livro Ensaios para a queda, poemas de Fernanda Fatureto. O evento será realizado no dia 20 de outubro, sexta-feira, a partir das 19 horas no Patuscada — Livraria, Bar e Café — Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena. A entrada para o evento é gratuita e o exemplar estará à venda por R$ 34,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de crédito e débito).




sem sol (1983),
de chris marker







no rio de janeiro
tempo_festival faz ocupação inédita
no theatro municipal


A partir de 13 de outubro, diversos espaços do prédio recebem uma programação teatral de três dias, além de performances em apartamentos cariocas, leituras e processos no Sérgio Porto

"O TEMPO_FESTIVAL investe na produção contemporânea e explora suas potencialidades de forma original e provocativa. Traçamos circuitos artísticos e, exatamente por isso, fortalecemos nossa programação ao apresentá-la em módulos convidativas ao público, em desenho demarcado para esta exploração. De um lado os criadores, artistas que primam pela inventividade. Do outro, o público à procura de novas experiências. O TEMPO_FESTIVAL conecta esses dois polos e dá contorno ao território a ser ocupado. Com essa premissa e no contexto do Brasil de hoje, mediar a relação entre o artista, a obra e o público só é possível através da liberdade e do transbordamento do desejo da realização. Na mesma direção, inspirados na ideia nietzschiana de 'pont', propomos 'viver intensamente, indiferente aos atuais perigos e com a capacidade de atravessar de um lado para outro'. Nossa programação alcança intimidade, com questionamentos sobre democracia e suas idiossincrasias". Bia Junqueira, Cesar Augusto e Márcia Dias

Um dos festivais internacionais mais importantes do país acontece de 13 a 22 de outubro, no Rio. Além das aguardadas peças, leituras e processos que sempre compõem a programação do TEMPO_FESTIVAL, os curadores Bia Junqueira, Cesar Augusto e Márcia Dias brindam o público este ano com uma ocupação inédita da principal casa de espetáculos do Brasil: o Theatro Municipal do Rio de Janeiro que, desde sua inauguração em 1909, recebe balés, óperas e concertos musicais, tendo sido raras vezes palco de montagens teatrais.

Em sua oitava edição, o TEMPO_FESTIVAL vai apresentar uma extensa programação no Theatro Municipal, durante três dias consecutivos: 13, 14 e 15 de outubro. Espaços como o Palco Principal — onde será encenada a estreia carioca de A Tragédia e a Comédia Latino-Americana, de Felipe Hirsch com o grupo uruguaio Ultralíricos, o Salão Nobre, a Sala Mário Tavares, o Salão Assyrio, o foyer e o camarim serão preenchidos com estreias, lançamentos literários, encontros e registros cênicos, que preenchem todo o primeiro fim de semana. "O TEMPO_FESTIVAL se apodera do Theatro Municipal e permite que ele se torne uma morada temporária para o teatro", diz Márcia Dias.

Em 10 dias, o TEMPO_FESTIVAL apresentará mais de 20 atrações do Brasil, Alemanha, Uruguai, África do Sul, Suíça e Holanda. De 16 a 22 de outubro, o coletivo Rimini Protokoll, de Berlim, encenará espetáculos dentro de diferentes apartamentos da cidade e, no último fim de semana, nos dias 20, 21 e 22, o Espaço Cultural Sérgio Porto — que representa a história da cena contemporânea, ambiente de estímulo à inovação — também ganhará uma ocupação para celebrar e reunir diferentes gerações em torno da "construção da cena".

"Vamos apresentar programações muito importantes nessa edição, com grandes estreias brasileiras e internacionais, processos criativos em diversas fases de desenvolvimento e uma seleção diversa de gerações de criadores que vai desde a dramaturgia musical até espetáculos mais autorais e pessoais, passando pela História, principalmente com foco para a Revolução Russa", diz Cesar Augusto. "O teatro é vivo, possui uma enorme capacidade de comunicação e reinvenção, conjuga passado, presente e futuro no Tempo presente", complementa Bia Junqueira.

Todos os ingressos do TEMPO_FESTIVAL têm preços populares (até R$ 30 reais) ou entrada franca. A classificação é 14 anos.


NO THEATRO MUNICIPAL
No Palco Principal, a abertura no dia 13 de outubro será com a estreia de A Tragédia e a Comédia Latino-Americana, projeto de Felipe Hirsch com o grupo Ultralíricos, formado por artistas de países como Chile, Argentina e Uruguai e encenado por chilenos, argentinos e por atores brasileiros como Julia Lemmertz e Caco Ciocler. Atrações teatrais nacionais e internacionais poderão ser vistas em diversos outros espaços do Municipal, como o Salão Nobre, a Sala Mário Tavares, o Salão Assyrio e o camarim.

O Palco Principal recebe também a sul-africana radicada na Suíça Ntando Cele, com Black Off, que mistura comédia stand-up, concerto e performance, com texto arrebatador e interativo sobre racismo. Antes da apresentação, acontecerá no Assyrio o lançamento do programa Coincidência — Trocas Culturais entre a Suíça e a América do Sul, parte do planejamento da Fundação Suíça para a Cultura Pro Helvetia, que terá duração de três anos e pretende estabelecer residências artísticas pela América do Sul, facilitando o acesso às plataformas profissionais para a cena artística suíça.

No foyer do Salão Nobre, a autora e atriz brasileira Ana Abbot apresenta leitura dramatizada de A Vida Acontece no Pântano, sobre um casal de biólogos, vividos por ela e por Michel Blois, cuja relação se assemelha simbolicamente a um pântano, misterioso, perigoso.

O Salão Assyrio abrigará a estreia mundial da peça Aquilo Que Eu Mais Temia Desabou Sobre Minha Cabeça, melodrama contemporâneo de Pedro Kosovski e Sjaron Minailo, que tem como ponto de partida a história bíblica do Livro de Jó. O ator e dramaturgo carioca e o diretor de óperas holandês se conheceram em 2016 durante a HOBRA, Residência Artística Holanda Brasil, quando iniciaram a concepção do projeto. "O espetáculo propõe uma imersão sensorial, uma sinfonia de sonoridades da palavra em si e frases instrumentais", reflete Bia Junqueira.

Localizada no Anexo do teatro e com capacidade para 159 pessoas, a Sala Mário Tavares vai receber a segunda temporada da exposição Ato e Efeito, parceria do jornalista e crítico teatral Rafael Teixeira com a produtora tocavideos, dos filmmakers Fernando Neumayer e Luís Martino. Diante das câmeras, artistas como Lázaro Ramos, Marcos Caruso, Inez Viana, Adassa Martins, Kelzy Ecard e Bianca Byington interpretam trechos de obras clássicas.

No Camarim do Theatro Municipal, a editora Cobogó, de Isabel Diegues, lança a segunda edição do livro BR-Trans, escrito pelo ator Silvero Pereira, que reúne histórias reais e ficcionais de travestis e transexuais misturadas à sua própria história de vida.

"Como realizar um Festival no contexto do Brasil de hoje foi o meu questionamento durante muitos meses. Busquei mediar a relação entre o artista, a obra e o público de forma inédita", diz Márcia Dias, que este ano comemora a conquista do patrocínio da Petrobras: "Depois de um namoro de anos, essa parceria foi fundamental para a realização da edição 2017 do TEMPO_FESTIVAL. A Petrobras investe 65 milhões de patrocínio direto, sem a utilização das Leis de Incentivo, é a empresa que mais aplica em cultura no Brasil. De acordo com as últimas notícias na imprensa, o novo programa de patrocínio da Petrobras visa utilizar a cultura como instrumento importante de comunicação".

EM APARTAMENTOS PELA CIDADE
Brasil em CasaHome Visit Rio de Janeiro, do premiadíssimo coletivo alemão Rimini Protokoll, será encenado de 16 a 22 de outubro, dentro de sete diferentes apartamentos de cariocas. O ponto de partida do espetáculo-jogo é o questionamento sobre o que é, afinal, a república. É uma coligação de estados, uma identidade cultural, uma forma de coabitação? Os diretores Helgard Haug, Stefan Kaegi e Daniel Wetzel aceitaram o desafio de fazer caber este conceito político na realidade concreta da sala de estar de uma casa particular, onde quinze pessoas comuns tomam parte de uma performance que entrelaça histórias pessoais com os mecanismos políticos do Brasil.

"O quanto o lugar, sua história e suas particularidades são ativos na apresentação de uma obra? Convidar o público a vivenciar a criação não só através do conteúdo apresentado, mas da experiência no lugar onde ele é proposto. Além das ocupações em dois locais emblemáticos da vida cultural da cidade (Municipal e Sérgio Porto), Brasil em Casa percorre o Festival em casas privadas, uma ponte entre espaço público e privado ampliando a experiência teatral, a reflexão política sobre o real, num espetáculo-jogo, no qual o público faz parte da própria estrutura e desenvolvimento da obra", diz Bia Junqueira.

Cada performance é única e acontece em uma diferente residência. Aqui no Brasil o projeto será realizado em apartamentos no Rio, depois segue para Salvador e Caruaru. Com base em Berlim, o coletivo já conquistou prêmios como o Leão de Prata na 41ª Bienal de Veneza, em 2011, o prêmio de Excelência no 17º Japan Media Festival, em 2013, o Grande Prêmio de Teatro da Suíça, em 2015, entre outros.

NO SÉRGIO PORTO
De 20 a 22 de outubro (sexta a domingo), o TEMPO_FESTIVAL apresenta no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto, cinco processos criativos nacionais. Tudo com entrada franca. O local, que é um celeiro das novas produções, também receberá debates e lançamentos de livros.

Do pesquisador e diretor estreante na dramaturgia Caio Riscado, Apatia Dinossauro é uma ficção científica que aborda de forma irônica a apatia nas relações humanas.

Aracy, solo em construção, conta a história da avó da atriz Flávia Milioni, que se matou aos 26 anos de idade, em 1954. A peça propõe uma reflexão sobre o patriarcado e o machismo arraigados na sociedade e nas relações mais íntimas.

Inicialmente inspirada no livro Sono, do escritor japonês Haruki Murakami, Cuidado Animais na Pista tem atuação e idealização de Eliane Costa e direção de Rubens Camello. Em uma narrativa surrealista que mistura suspense e humor, uma mulher deixa de dormir sem explicação aparente e passa por mudanças internas e externas.

Do coletivo artístico As Dramáticas, Uma Ciranda Para Mulheres Rebeldes mostra fragmentos de relatos ficcionais criados a partir das experiências de mulheres que tiveram alguma relação com a Revolução Russa de outubro de 1917.

Em Vim Assim que Soube, montagem que reúne os atores Cris Larin e Renato Carrera com direção do premiado Marco André Nunes, um doente em fase terminal resolve convocar sua melhor amiga, que já não via há muito tempo, para passar seus últimos dias de vida com ele. O convívio nesse período estabelece uma relação sufocante entre os personagens.
               
Dois lançamentos de livros da editora Cogobó acontecerão no Sérgio Porto: Guanabara Canibal, de Pedro Kosovski, sobre o que restou de registro da presença dos índios no Rio de Janeiro. Em 1567, a Batalha de Uruçumirim, liderada por Mem de Sá, exterminou as tribos indígenas que ali viviam. O texto de Kosovski — que foi montado pelo diretor Marco André Nunes na peça homônima — faz um resgate da história e revê o passado apontando questões urgentes para o presente. Em Janis, Diogo Liberano se inspira em situações vividas por Janis Joplin e, numa cronologia não linear, lança olhares sobre questões existenciais de uma das mais emblemáticas cantoras de todos os tempos, que morreu aos 27 anos, em 1970.

Inez Viana fará a leitura do monólogo A Última Peça, com direção de Thomas Quillardet. O festival também promove um encontro com a equipe de curadoria que representará o Brasil na PQ'19 — Quadrienal de Praga 2019. Na ocasião, o processo da representação brasileira para a Mostra Nacional e Mostra dos Estudantes será compartilhado com artistas, cenógrafos, figurinistas, iluminadores, sound designers, visagistas, multimídias, diretores, atores, performers, educadores, pesquisadores, estudantes, além de instituições, centros e espaços culturais e outros profissionais da área.

O TEMPO_FESTIVAL 2017 é patrocinado pela Petrobras, Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura. Os preços são populares (até R$ 30 reais) ou entrada franca.

TEMPO_FESTIVAL NA INTERNET
Site Oficial | Programaçãotempofestival.com.br




em birigui
um céu todo estrela,
de alex dias


A Editora Patuá e a Biblioteca Pública Municipal Dr. Nilo Peçanha convidam todos para o lançamento do livro Um céu todo estrela, poemas de Alex Dias. O evento, gratuito, integra a programação do IV FLIBI - Festival Literário de Birigui e será realizado no dia 19 de outubro (quinta-feira) a partir das 20h, na Biblioteca Municipal de Birigui: Av. Governador Pedro Toledo, 73. O exemplar estará à venda por R$ 38,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito).




em belo horizonte
oficina de modelagem de massinha,
com marcelo xavier


O mês das crianças chegou. E pra comemorar, um sábado de muita diversão e cultura. Vai ter oficina de modelagem de massinha, autógrafos do autor, venda de todos os livros do Marcelo Xavier e de produtos relacionados à obra dele, além de um lanche bem gostoso para os participantes.

Data: 21/10, 10h
Local: Espaço Grupos e Oficinas. Rua República Argentina, 224, Sion.
Duração: 1h
Faixa etária: livre
Valor: R$ 50,00 (material e lanche incluídos)

Objetivo da oficina: despertar a criatividade e a curiosidade por meio da modelagem. Procura-se evidenciar a acessibilidade de todos os participantes a construções e expressões artísticas, não cabendo julgamento sobre o resultado individual.

Vagas limitadas. Não perca.




em curitiba
noite dentro da noite,
de joca terron




5 de out de 2017

no rio de janeiro
carne de umbigo,
de maria rezende


Depois de passar por Lisboa, Porto, Ovar, Barcelona e Salvador, Carne do Umbigo volta para casa. Com texto, concepção, direção e atuação da carioca Maria Rezende, o espetáculo que mistura recital de poemas, performance ao vivo e videoarte terá apresentações no Rio de Janeiro em outubro, em uma temporada batizada de Carne do Umbigo em casa. A ordem é deixar o público completamente à vontade e os nomes dos espaços culturais onde será apresentado sugerem essa informalidade: Casa Ipanema, Casa Quintal e Casa Rio, todos com lotação máxima entre 35 e 50 pessoas. 

Carne do Umbigo leva para o palco poemas dos três livros de Maria Rezende (Substantivo Feminino, Bendita Palavra e Carne do Umbigo) recitados de forma contemporânea, informal e cotidiana. Versos que captam um inconsciente coletivo pulsante do feminino, falam de olhar para a cidade e para dentro de si, e revelam a maturidade de quem viveu amores, perdas e aprendeu a se reconhecer e redescobrir.

Como cenário, fotos de Ana Alexandrino de partes do corpo da própria autora são projetadas na parede. Videopoemas editados pela poeta — que também é montadora de filmes e séries de televisão — costuram a performance e trazem a força do audiovisual, com trilha sonora de artistas contemporâneos brasileiros. Com ambientação de Lara Cunha e figurino de Mel Akerman, o espetáculo tem uma hora de duração.

A temporada Carne do Umbigo em Casa terá 15% da renda revertida para Uma Casa para Vera. A campanha de arrecadação online, tocada por Maria Rezende, tem como meta proporcionar cidadania para Vera Reis, que se encontra em situação de rua após ter sido demitida sem receber seus direitos trabalhistas e não conseguir se reinserir no mercado. A iniciativa é parte do programa "Habitação Primeiro", da ONG Projeto RUAS, inspirado no método "Housing First", política pública adotada em vários países do mundo, que defende a moradia como primeiro passo nas mudanças de vida de quem se encontra na rua.

Sobre a autora
Maria Rezende é poeta, performer, montadora de cinema e televisão e celebrante de casamentos. Publicou os livros Substantivo Feminino (2003), Bendita Palavra (2008) e Carne do Umbigo (2015). Por sua poesia, recebeu elogios de nomes como Manoel de Barros, Eduardo Galeano e Ferreira Gullar. "É poesia substantiva mesmo. A mulher inteira dentro das palavras. Poesia é fenômeno de linguagem do que de ideias. Isso você sabe. Sendo assim, você é poeta", elogiou Manoel de Barros sobre seu livro de estreia. Em seus quase vinte anos de vida literária, apresentou-se com sua poesia por todo Brasil, Portugal e Espanha. Seu trabalho encantou o escritor Marcelino Freire, que diz na orelha de Carne do Umbigo: "Tua poesia, mulher, me faz caminhar. Sem peso, sou depois dela, para a eternidade, um outro sujeito. Minha costela, meu esqueleto. Eu te mando meus ossos por completo. Toda vez que te ouço recitar teus versos. Eu fico bambo, bobo. Fico elétrico".


CARNE DO UMBIGO EM CASA

FICHA TÉCNICA
Concepção, texto, atuação e videoarte: Maria Rezende
Produção e operação de vídeo: Livian Das Valias
Assistência de produção: Vicente Pessoa
Fotografias do cenário: Ana Alexandrino
Figurino: Melina Akerman
Ambientação: Lara Cunha
Design: David Lima

SERVIÇO
Local: Casa Ipanema (Rua Garcia d'Avila, 77 – Ipanema )
Telefone: (21) 2523-1239
Dias e horários: 6 e 7 de outubro (sexta e sábado) às 20h.
Ingressos: R$40. Pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.
Lotação: 50 pessoas
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Funcionamento da bilheteria: em dias de sessão, a partir das 18h.

Local: Casa Quintal (Rua Silvio Romero, 36- Santa Teresa )
Mostra Sortida
Dias e horários: 20 e 21 de outubro (sexta e sábado) às 20h.
Ingressos: R$40. Pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.
Lotação: 40 pessoas
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Funcionamento da bilheteria: em dias de sessão, a partir das 19h.

Local: Casa Rio (Rua São João Batista, 105 – Botafogo)
Telefone: (21) 2148-6999
Dias e horários:  25 e 26 de outubro (quarta e quinta) às 21h.
Ingressos: R$40. Pagamento em dinheiro ou cartão de crédito.
Lotação: 35
Duração: 50 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Funcionamento da bilheteria: em dias de sessão, a partir das 20h.




em são paulo
festival de arte degenerada:
org. editora kazuá







em recife
linha de risco,
de natanel lima júnior
e frederico spencer