24 de jan de 2017

em são paulo
tranSpassar
[org. carlos felipe moisés e
victor del franco]







ludo voo,
de guto lacaz







laboratório de criação poética,
com claudio daniel



O Laboratório de Criação Poética é um curso teórico e prático de criação poética realizado à distância, via Skype, ministrado por Claudio Daniel, que tem como objetivo apresentar aos alunos conceitos sobre o fazer poético, formulados por autores como Edgar Allan Poe, Ezra Pound, Paul Valéry, Vladimir Maiakovski, Haroldo de Campos, entre outros, propor exercícios de criação poética, estimular os alunos a desenvolver os seus projetos literários pessoais, além de oferecer dicas sobre como publicar o primeiro livro e iniciar a carreira poética.

O curso é realizado nos seguintes horários: SEGUNDAS-FEIRAS, das 14h às 15h30, TERÇAS-FEIRAS, das 11h às 12h30QUARTAS-FEIRAS, das 09h às 10h30 e das 14h às 15h30, QUINTAS-FEIRAS, das 16h às 17h30 e das 20h às 21h30, SEXTAS, das 14h às 15h30, e SÁBADOS, das 14h às 15h30. Cada aluno poderá fazer quantas aulas desejar nestes horários e a mensalidade é de R$ 130,00.


Quem estiver interessado no curso poderá enviar e-mail para o professor, claudio.dan@gmail.com.

Claudio Daniel é doutor em Literatura Portuguesa pela Universidade de São Paulo (USP). Curador de Literatura e Poesia no Centro Cultural São Paulo entre 2010 e 2014. Colaborador da revista CULT. Editor da Zunái — Revista de Poesia e Debates. Publicou os livros de poesia Sutra (1992), Yumê (1999), A sombra do leopardo (2001), Figuras Metálicas (2005), Fera Bifronte (2009), Letra Negra (2010), Cores para cegos (2012), Cadernos bestiais (2015), Esqueletos do nunca (2015), Livro de orikis (2015) e o livro de contos Romanceiro de Dona Virgo (2004). Como tradutor, publicou a antologia Jardim de camaleões, A poesia neobarroca na América Latina (2004), entre outros títulos. Em Portugal, publicou a antologia poética pessoal Escrito em Osso.




diolinda,
de eltânia andré e
ronaldo cagiano







sarau da paulista
com rubens jardim & cia.


O Sarau da Paulista acontece no último domingo do mês. Poetas, músicos, artistas em geral se reúnem em frente ao prédio da Justiça Federal.

Nasceu há poucos meses. Alguns poetas reuniram-se. Conversaram. Deram-se conta de que entre as atrações domingueiras na Avenida Paulista faltava a poesia. Resolveram experimentar o sarau. Fizeram os dois primeiros com um megafone. A partir do terceiro, usaram uma caixa de som comprada com a contribuição de alguns poetas. Depois de um semestre e seis apresentações, prometem a retomada do Sarau da Paulista no próximo domingo, dia 29.

A dinâmica do grupo é diversificada e parece levar a sério o lema da Catequese Poética, movimento realizado durante os anos de ditadura militar, de que o lugar do poeta é onde possa inquietar e o lugar da poesia da poesia são todos os lugares.

Domingo, 29 de janeiro, de 15h às 18h
Av. Paulista esquina com Rua Peixoto Gomide




são paulo em palavras





em recife
raimundo carrero conversa
com marcelino freire







em salvador
1ª palavra preta
mostra nacional de negras autoras


o 1ª palavra preta — mostra nacional de negras autoras acontece em salvador, nos dias 21 e 22 de janeiro, das 16 às 22h, na casa preta, rua areal de cima, 40 - dois de julho.

o evento conflui em salvador o sonho de muitas que trouxeram, de longe e de antes, nossos passos até aqui: sendo donas da nossa voz, da nossa palavra, do nosso canto e de nossa poesia, alimentamos a nós mesmas, e nutrimos também umas às outras em dois dias de música, poesia, artes visuais, e gastronomia feita por, com, para mulheres negras!

a mostra avança na caminhada que reúne a força de nossa herança à criatividade inovadora da arte negra contemporânea que cada uma de nós reatualiza na própria obra. é um espaço fértil e receptivo pro compartilhamento de nossa arte negra afrodiaspórica, vibrante, diversa.

somos muitas, nos expressamos de diversas maneiras! reinventamos as fontes ancestrais, e renovamos os rumos da produção estética, poética, musical, performática. partimos da crítica contundente ao cultivo da semente maravilhosa, à construção das pontes simbólicas que pavimentam nossa vida na trilha do amanhã.

recusamos os lugares típicos em que o racismo, o cissexismo, a lesbofobia, o classismo tentam nos fixar, recusamos a invisibilização e o silenciamento, recusamos que nossas vidas sejam contadas por sinhozinho branco patrono literário e que as mortes dxs nossxs sejam narradas como sangue de plástico na mídia:

nós escrevemos nossas palavras!
nós cantamos nossas canções!
nós falamos nossos poemas!
nós somos donas da nossa voz!

vem com a gente! juntas somos mais fortes, mais lindas, mais plenas!

produção:
Luedji Luna
Tatiana Nascimento

apoio:
Casa Preta
La Frida Bike
Julia Morais




no rio de janeiro
o martelo,
de adelaide ivánova







o segredo é você,
de priscila hirle e priscila rosa


Autobiografia de ex-celebridades do samba conta histórias de assédios
e inveja dentro e fora dos bastidores do Carnaval do Rio


Além do nome, as cariocas Priscila Hirle e Priscila Rosa compartilham muitas semelhanças na vida. As duas são negras, de origem humilde, mães de meninos, esposas e com uma passagem importante na história do Carnaval carioca. Formada em medicina, Hirle, 38, foi eleita Rainha do Carnaval do Rio de Janeiro em 2004. Rosa, 34, que hoje é jornalista e "cake designer", começou a vida artística cedo como passista mirim do Acadêmicos do Salgueiro e depois, pela mesma escola, porta-bandeira (1994-2002). Também foi porta-bandeira pela Portela (2003), Acadêmicos da Rocinha (2004), Mocidade Independente de Padre Miguel (2005), União da Ilha do Governador (2006-2008).

As conquistas e adversidades vivenciadas por ambas durante o tempo em que atuaram no Carnaval do Rio as aproximaram e as motivaram a escrever o livro O Segredo é Você (Autografia). A autobiografia descreve momentos de glória, além de episódios de assédio vividos pelas duas tanto no meio carnavalesco como em outros ambientes de trabalho.

O livro aborda diversos temas cotidianos como a autoestima, beleza, saúde, inveja, racismo, machismo e espiritualidade e tem como objetivo inspirar outras mulheres a não desistirem de seus sonhos e alcançarem êxito na vida pessoal e profissional. O lançamento do livro e a sessão de autógrafos serão no dia 28 de janeiro, às 18h, na Livraria Oito Meio (Travessa dos Tamoios 32, Flamengo).

Atualmente, as duas "Priscilas" se dedicam às suas profissões, cuidam da família e incentivam outras mulheres a superarem as dificuldades e lutarem por seus sonhos.




estação das letras
cursos do primeiro semestre de 2017



A Estação das Letras está com inscrições abertas para os cursos do primeiro semestre.

Entre os destaques da programação, cursos voltados para formação e atualização no mercado editorial com os jornalistas Elias Fajardo, de O Globo, e Michelle Strzoda, da Babilonia Cultura Editorial.

Na grade, aulas para quem quer escrever ou já escreve livros infantojuvenis, com a especialista Ninfa Parreiras; romance; escrita criativa; além de romance; e crônica, com José Castello.

As aulas começam a partir de 06 de fevereiro. Informações e horários estão disponíveis em www.estacaodasletras.com.br. Inscrições pelo tel.: 21 3237-3947.




em belo horizonte
morgana não gosta de carinho,
de andré amadeu



13 de dez de 2016

em curitiba
inventário de rumores & quimeras,
de marcelo de angelis







em são paulo
estação das clínicas,
de iacyr anderson freitas

Dia 14 de dezembro (quarta-feira) no Bar Canto Madalena
Rua Medeiros de Albuquerque, nº 471 - Vila Madalena
das 19h às 21h30




maria e eu
de vanda amorim







la garçonnière
ruy proença, vanderley mendonça,
dirceu villa & cia.







no rio de janeiro
a fantástica fábrica de brinquedos,
de fábio fabrício fabretti







canto do uirapuru,
de érica bombardi,
prêmio literário
biblioteca nacional 2016


A autora Érica Bombardi, ganhadora do Prêmio Literário Biblioteca Nacional 2016 com o livro Canto do Uirapuru (selo Escrita Fina), na categoria juvenil, chegou ao Rio, na segunda-feira, dia 12, para receber pessoalmente o prêmio.

Natural de Jaú e moradora de Campinas, seu livro é um romance de formação num Brasil rural e contemporâneo e lança uma lufada de ar fresco no regionalismo literário, revelando uma autora que ousa encarar o campo como cenário para tramas surpreendentes.

Com o Prêmio Literário Biblioteca Nacional para o Canto do Uirapuru, Érica Bombardi revela-se uma das autoras mais surpreendentes do cenário atual. Ficou em 1º lugar no 25º Concurso de Contos Paulo Leminski (2014); seu poema "Asas" foi selecionado como um dos melhores no Prêmio Sesc de Poesia Carlos Drummond de Andrade (2014); foi uma das nove finalistas no Prêmio Barco a Vapor de Literatura Juvenil (2015) com o Canto do Uirapuru, e seu livro infantil Besouros foi premiado no 5º Concurso Agostinho de Cultura (2015).

ESCRITA FINA
Assessoria de imprensa
Nanda Dias e Nani Santoro
nandadias15@uol.com.br | (21) 2490-5354 | 99764-0655
nanisantoro@uol.com.br | (21) 3324-5200 | 99855-1939




parvo orifício,
de catarina lins







em belo horizonte
AI-5,
de rogério salgado & outros







em juiz de fora
rock de natal:
festival de bandas novas





7 de dez de 2016

em belo horizonte
procurando a ponta do durex
na superfície transparente
dos dias, com karina rabinovitz,
silvana rezende e ricardo aleixo [convidado]






frida kahlo,
por luiz flávio







no rio de janeiro
três mocinhas elegantes,
de cristina villaça
[ilustração rafa anton]


Duas mães, muitos relógios e a descoberta da empatia
Três mocinhas elegantes narra, de forma delicada e arguta, o dia a dia de uma família diferente, mostrando como o preconceito é lido pelos olhos de uma menina

Lançamento no dia 10/12, a partir das 15 horas, na Blooks Livraria, Praia de Botafogo

Cuca é uma garota esperta, alegre e curiosa. Ela só não consegue entender por que a vizinhança torce o nariz para sua família. Suas duas mães, Ana e Lia, nem ligam para os comentários maldosos, que fingem não escutar. Mas Cuca fica intrigada. Por que os vizinhos não gostam delas se nunca fizeram mal a ninguém?
 
Em Três mocinhas elegantes, a narrativa de Cristina Villaça e os desenhos de Rafa Anton descrevem com argúcia e delicadeza o dia a dia de uma família diferente. E, ao mesmo tempo, refletem como essa ideia de "diferença" incide sobre as relações sociais. Fazem isso, porém, com graça e otimismo, na contramão da atmosfera pesada que, em geral, habita as histórias sobre preconceito. Neste livro, a discriminação pela qual passa um casal homoafetivo é descrita pelo olhar de uma criança que cresce imersa no amor e no zelo de suas duas mães. Um olhar que, repleto de frescor e empatia, faz com que Três mocinhas elegantes consiga fugir de estereótipos ao tratar do tema.

Na rua, só seu Chiquinho e dona Sinhá, já idosos, são amigos de Cuca e de suas duas mães. A menina gosta de visitar a coleção de relógios daquele que considera seu bisavô — daí, aliás, vem o apelido dela. Pois é justamente no convívio afetuoso das duas famílias que nasce a reviravolta dessa história. Uma mudança brusca que tem sua gênese no real significado da palavra "empatia". Uma guinada construída pelo poder do afeto e da solidariedade, pela beleza e pelas surpresas do tempo. Uma situação inusitada que, descrita de forma sutil e onírica por Cristina Villaça e Rafa Anton, é um sopro de esperança rumo a uma sociedade mais tolerante e feliz.

Trecho
Temos outros vizinhos também. A dona Carola e a dona Carlota são duas faladeiras. Quando se encontram na rua, passam horas falando sobre a vida dos outros.
Antes elas não gostavam nem um pouco da gente. Uma vez eu ouvi:
— Já se viu? Criar a menina sem pai!
— Pouca vergonha, isso sim!
Ana e Lia nem ligaram, já estavam acostumadas, fingiram não escutar. Mas eu ouvi muito bem. Por que elas falam essas coisas? Somos uma família. Somos as Três Mocinhas Elegantes. Juntas, somos invencíveis!

Os autores
Cristina Villaça nasceu no Rio de Janeiro, onde mora. É mestra e especialista em Literatura Infantojuvenil (UFRJ). Tem diversos livros publicados, entre eles Viva eu viva tu, viva o rabo do tatu e Gato Mia.  A partir do projeto Um trem de histórias, criou um CD de músicas para crianças.

Rafa Anton nasceu em Vigo (Espanha) e morou também em Madri e Munique (Alemanha). Atualmente reside em São Paulo. Além de ilustrar e escrever livros infantis, trabalha para produtoras de cinema e animação. Seu livro A incrível história do homem que não sonhava — em que é autor do texto e das ilustrações — foi publicado em 2014.

Título: Três mocinhas elegantes
Escritora: Cristina Villaça
Ilustrador: Rafa Anton
Público-alvo: a partir de 8 anos
Páginas: 32
ISBN: 978-85-7933-102-2
Preço: R$ 26,90
Dimensões: 16x23cm

Lançamento
Data: 10 de dezembro, sábado
Horário: a partir das 15h
Local:  Blooks Livraria,
End.: Praia de Botafogo, 316
Tel.: (21) 2237-7974

Assessoria de imprensa ZIT Editora
Nanda Dias & Nani Santoro
nandadias15@uol.com.br |  (21) 2490-5354 | 99764-0655
nanisantoro@uol.com.br | (21) 3324-5200 | 99855-1939




o irmão do meu irmão,
de cristina villaça
[ilustração rafa anton]


Uma narrativa para celebrar a diversidade em família
O irmão do meu irmão retrata a relação transformadora entre
uma menina e o filho de sua madrasta

Lançamento no dia 10/12, a partir das 15 horas, na Blooks Livraria, Praia de Botafogo

Duda ainda é uma menina, mas já sabe que cada família é de um jeito. E a dela é do tipo enorme: cabe um monte de gente. Tem espaço para os primos e tios, avós e bisavós. Tem lugar, até, para a nova mulher do pai e para seu filho mais velho, Hugo... Que não é irmão de Duda, mas é irmão do seu irmão. Não bastasse toda essa complicação, a garota ainda por cima olha Hugo com tremenda antipatia. Apesar de terem a mesma idade — e muitas outras coisas em comum —, ela não gosta nada da ideia de ter de conviver com o menino. Até que, certo dia, um acidente vai promover uma reviravolta nessa história.

Em O irmão do meu irmão, Cristina Villaça dá vida a uma história singular de companheirismo, enquanto lança luz, de forma graciosa e sensível, à diversidade possível na ideia de "família". Os arranjos familiares contemporâneos, múltiplos e fluidos, são o mote para que a autora explore as trilhas sinuosas da amizade, a descoberta da solidariedade e a construção da empatia. Tudo isso com o auxílio dos desenhos delicados e cativantes de Rafa Anton, que apresentam a família de Duda com traços e cores que remetem ao charme das tirinhas de antigamente.

A história de Duda e de sua relação com Hugo, com suas descobertas e transformações, tece um elogio à capacidade de abrigar o diferente e de compartilhar a alegria dos espaços mais íntimos. Com isso, celebra a família — seja ela do jeito que for — como lugar de afeto e de acolhida, de transformação e de aprendizado sobre a alteridade.

Trecho
Eu moro com a mamãe, mas sempre passo os domingos com o papai, a Diana e os meninos. Minha mãe diz que eu tenho que gostar do Hugo como se ele fosse meu irmão de verdade. E eu gosto, muito mesmo. Mas é diferente.
O Leo é o meu irmãozinho lindo que eu adoro. O Hugo eu adoro também, mas é de um jeito diferente de gostar. Não sei se vou conseguir explicar.
Eu e o Hugo temos a mesma idade. Aliás, eu e ele temos muita coisa em comum. Nascemos no mesmo ano, na mesma cidade, na mesma maternidade. Só não somos irmãos.
Eu vou contar uma história que aconteceu comigo e com o Hugo, e aí você vai entender por que eu gosto tanto dele.

Os autores
Cristina Villaça nasceu no Rio de Janeiro, onde mora. É mestra e especialista em Literatura Infantojuvenil (UFRJ). Tem diversos livros publicados, entre eles Viva eu viva tu, viva o rabo do tatu e Gato Mia.  A partir do projeto Um trem de histórias, criou um CD de músicas para crianças.

Rafa Anton nasceu em Vigo (Espanha) e morou também em Madri e Munique (Alemanha). Atualmente reside em São Paulo. Além de ilustrar e escrever livros infantis, trabalha para produtoras de cinema e animação. Seu livro A incrível história do homem que não sonhava — em que é autor do texto e das ilustrações — foi publicado em 2014.

Título: O irmão do meu irmão
Escritora: Cristina Villaça
Ilustrador: Rafa Anton
Público-alvo: a partir de 8 anos
Páginas: 32
ISBN: 978-85-7933-103-9
Preço: R$26,90
Dimensões: 16x23cm

Lançamento
Data: 10 de dezembro, sábado
Horário: a partir das 15h
Local:  Blooks Livraria
End.: Praia de Botafogo, 316 - Botafogo
Tel.: (21) 2237-7974

Assessoria de imprensa ZIT Editora
Nanda Dias & Nani Santoro
nandadias15@uol.com.br |  (21) 2490-5354 | 99764-0655
nanisantoro@uol.com.br | (21) 3324-5200 | 99855-1939




fragmentos para encenação,
com textos de bruna mitrano,
diana de hollanda & rafael sperling



Dia 13 de dezembro, às 20 h, na Sede das Cias.
Rua Manoel Carneiro 12 - Escadaria do Selarón - Lapa. Tel.: (21) 2137-1271
Realização: Nûn Produções Culturais




em são paulo
paulo emílio e guilherme de almeida:
críticos e críticas, por donny correia
e rafael zanato



5 de dez de 2016

em natal
a mesma fome,
de marize castro







em são paulo
estranhas experiências,
de claudio willer


Claudio Willer vai autografar Estranhas Experiências no dia 7 de dezembro, quarta feira, a partir das 19 h, na sede da UBE, União Brasileira de Escritores: Rua Rego Freitas, 454 – Cj. 61 (próximo ao metrô República), tel.: (11) 3231-3669.

Preço do exemplar: R$ 15,00. Trata-se do final da tiragem do livro de poesia lançado em 2004 pela editora Lamparina. Com 142 páginas, inclui poemas de livros anteriores. A UBE oferecerá um coquetel. Também haverá à disposição exemplares do livro de poesia A verdadeira história do século 20 (Editora Córrego, 2016), que custa R$ 30,00. Antes de iniciar, o poeta vai dizer alguns poemas para animar a sessão. Mais informações, clique aqui.

Os livros também podem ser adquiridos na Loplop Livros, de Alex Januário, diretamente, ou via Estante Virtual. Para quem mora no entorno da Zona Oeste de São Paulo, Alex entrega a domicílio. O acesso à Loplop: loploplivros.blogspot.com.br (basta escrever ou telefonar). Tel.: (11) 99238-8552 | loploplivros@gmail.com




transcendência — encontro com a ficção
fantástica, por luiz bras







as ideias concretas:
poesia 60 anos adiante







cinema de fato:
anotações sobre documentário,
de carlos alberto mattos







mobilidade urbana no brasil,
org. evaristo almeida







livro de horas de sóror dolorosa —
a que morreu de amor,
por núcleo de ação educativa







em campina grande
febre de enxofre,
de bruno ribeiro


Depois de uma temporada de quatro anos na Argentina, o premiado escritor Bruno Ribeiro retorna para a Paraíba com o romance Febre de Enxofre, obra ambientada em Campina Grande, João Pessoa e Buenos Aires.

Sinopse do romance: Yuri Quirino, um poeta desiludido, após se despedir da mulher amada conhece Manuel di Paula, uma criatura estranha que oferece uma oportunidade peculiar de trabalho para ele: escrever sua biografia. Para escrevê-la, Yuri viaja até a cidade natal de Manuel, Buenos Aires, e termina entrando em uma voragem absurda de horror e perdição.

Comentários sobre o livro
"Os méritos do relato de Bruno Ribeiro são evidentes: uma escritura segura de si mesma, não ostentosa, posta ao serviço do material narrado em um delicado equilíbrio entre o coloquial e o culto, o prosaico e o sagrado, a alucinação e a realidade, o humor e o horror, em uma história que pode ser lida como uma versão pós-moderna de um dos grandes mitos da literatura moderna: o vampirismo". Guillermo Saavedra

"Febre de Enxofre tende a se converter em um jogo de bonecas russas, ou espelhos confrontados, onde um e outro pisam na cauda do outro mutuamente. Um livro que assume riscos e cumpre com as expectativas que se propõe. Destaco a convicção de escritor que sustenta e impulsiona a obra". Luis Chitarroni

"Diz-se que alguns autores, tal como Georges Bataille, escrevem para se apagar do mundo. Parece ser exatamente o caso de Bruno Ribeiro: Febre de Enxofre brinca com o real, o fictício e o imaginário na busca de uma forma de desaparecer completamente. Bom ver que ainda temos escritores assim". Wander Shirukaya

Trecho do prefácio da escritora argentina Mariana Travacio
"Ler Febre de Enxofre é uma festa literária: é passar do Deus está morto à extremidade de um inferno eterno: é uma trama sem tréguas, um tratado sobre a poesia, uma pergunta em torno da (consciência de) finitude, um derramamento de criatividade; sim, é tudo isso, mas também, e fundamentalmente, uma pergunta sobre a linguagem, porque é na prosa desse romance que se jogam todas as batalhas que são, no fundo, uma única batalha: a da literatura que permanece de pé para nos lembrar que escrever é um risco e que temos que aceitá-lo sem pudores. É isso que Bruno Ribeiro faz: escreve sem pudor, assumindo todos os riscos, sem que o importe nada mais do que fazer boa literatura.

[...] Encontrar, nestes dias, um livro como esse é motivo de felicidade para os leitores. Em Febre de Enxofre, Ribeiro toca em todos os pontos centrais da poética. Estabelece uma alegoria bela e macabra: os seus tópicos estéticos personificados e em cena dançam ao ritmo de um texto alucinado e absolutamente imprescindível".

Sobre o autor
Bruno Ribeiro nasceu em 1989, um mineiro radicado na Paraíba. É tradutor, escritor, roteirista e membro da banda Creepypasta. Membro do extinto grupo literário paraibano Caixa Baixa, já publicou e foi destaque em jornais, revistas, blogues e antologias, como a Revista Germina, a Pulp Fiction da Homo Literatus, a revista Blecaute, antologias da Editora Estronho, a revista uruguaia Literatosis, O Inimigo, THUMP — o canal de música eletrônica da Vice, 2 mil toques, o jornal Contraponto, Jornal da Paraíba, Jornal do Commercio, Diário de Pernambuco, Zero Hora e O Globo. Autor dos livros Arranhando Paredes (Bartlebee, 2014) traduzido para o espanhol pela editora argentina Outsider e Febre de Enxofre (Penalux, 2016). Mestre em Escrita Criativa pela Universidad Nacional de Tres de Febrero, editor da Revista Sexus, foi um dos vencedores do concurso literário Brasil em Prosa (com mais de 6 mil inscritos), promovido pelo jornal O Globo e pela Amazon com apoio da Samsung, e também foi finalista do Prêmio Sesc de Literatura 2016. Mais em seu blogue: brunoribeiroblog.wordpress.com.

Febre de Enxofre
GÊNERO: Romance
ISBN: 978-85-5833-117-3 | ANO: 2016
FORMATO: 14X21
PÁGINAS:  274 | Pólen Bold 80gr
PREÇO: R$45,00
EDITORA PENALUX




em belo horizonte
a noite de um iluminado,
de pedro maciel


9 de dezembro | sexta-feira | de 19h às 22h | Livraria Ouvidor da Savassi