3 de abr de 2018


em belo horizonte
exílio — o lago das incertezas,
de lucas guimaraens







choro de sangue,
de josé hilton rosa







na web/em recife
I prêmio cepe nacional
de literatura infantojuvenil


Mais informações, clique aqui.




em são paulo
mikrokosmos, opus 5,
de diego andrade de carvalho


A Editora Patuá e o Patuscada — Livraria, Bar & Café convidam todos para o lançamento do livro Mikrokosmos, opus 5 (poemas), de Diego Andrade de Carvalho. O evento, gratuito, será realizado no dia 05 de abril de 2018 (quinta-feira), a partir das 19h30, no Patuscada — Livraria, Bar & Café: Rua Luís Murat, 40 - Vila Madalena. O exemplar estará à venda por R$ 38,00 (pagamentos em dinheiro e cartões de débito e crédito).




coleção bombons sortidos:
10 livros de plínio camillo







em curitiba
delírios,
de solivan brugnara


7 de abril (sábado), às 16h | Muma Centro Cultural Portão: Av. República Argentina, 3034

Delírios é o terceiro livro do escritor Solivan Brugnara e, como seus livros anteriores, trabalha com vários estilos literários, mescla poesia, contos, ilustrações, fotografias, e curta metragem com composições musicais em uma só obra. Delírios é uma obra que aceita a multiplicidade, mais humana que a estética sólida e, é justamente a indefinição que percorre todo o livro, que da coesão a ele.

Sobre o autor
Solivan Brugnara nasceu em Dois Vizinhos/PR e reside em Quedas do Iguaçu/PR, na fazenda Pajador. Poeta, com quatro livros publicados: Incoerências, Encantador de Serpentes, Balaio e Delírios. Faz ilustrações com telas e fotografias e gravuras para todos seus livros e composições musicais que inclui nos livros com partituras ou insere link de gravações, trabalha com outras linguagens como curta-metragem ou fotografias de sua autoria. Participou das coletâneas Sangue Novo na Anemia e Lua Única, da Confraria Terra dos Poetas, 101 Poetas Paranaenses, editada pela Biblioteca Pública do Paraná e organizada pelo poeta e crítico Ademir Demarchi. Tem trabalhos publicados em revistas especializadas em literatura como a Coyote, Babel e no jornal Cândido, da Biblioteca Pública do Paraná.

Sobre o livro Balaio, escreveu o poeta Antonio Thadeu Wojciechowski: "Quando eu leio Solivan, o mundo se multiplica em milagres. O cara reinventa o verbo, realoca sentidos, faz da poesia o divino instrumento da criação. As palavras dançam, as sílabas cantam e o ritmo bate tambores entre uma pausa, um silêncio e um choque sideral de acentos. Cadência rara, coisa de quem escuta o universo e dialoga com o palpitar da essência da vida. Batida do coração, respiro da luz, interpretação do espírito, para colocar a matéria no seu devido lugar. Solivan não segue regras, normas, escolas, ele faz as suas. E faz bonito. E como essa beleza faz bem a quem dá de cara com os seus versos e consegue ver, com os próprios olhos, que o olhar de Solivan é a nossa alma cega, surda, muda, tetraplégica de amar, ressuscitando em toda a sua plenitude. Seus versos nos batizam para uma nova vida. Com águas do Iguaçu ou com as lágrimas de Solivan? Não sei e nem quero saber, porque também

'Não sei quando o flamboyant sangra flores,
nem onde esfaquear uma palavra com acento agudo'".